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LITORAL FM 93,1 MHZ

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Mostrando postagens com marcador Contos Fantásticos. Mostrar todas as postagens
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O homem sem dente








Era uma vez uma moça chamada Sabrina que morava com sua mãe. Certa vez,Sabrina chegou transtornada em casa e sua mãe perguntou o que estava acontecendo e ela respondeu que não sabia. Na noite anterior Sabrina tinha ido a uma festa com sua amiga . E ela desapareceu sem dar notícia e a mãe ficou muito preocupada, pois a filha nunca tinha feito uma coisa dessas, já que nem as amigas a viram na festa.


Sabrina chegou muito cedo à festa. Ela viu um rapaz muito bonito e elegante. Como não havia ninguém ainda, ela resolveu se aproximar e conversar um pouco com o tal rapaz. Ele se chamava Roberto, por quem ela se encantou completamente. Ele pediu que ela se escondesse, porque à meia-noite, no final da festa ele a encontraria. Muito apaixonada ela fez o que ele pediu e se escondeu.


No final da festa, quando eles se encontraram ele tentou beijá-la. Quando ele abriu a boca,Sabrina percebeu que ele não tinha dentes. Sabrina ficou com medo e o empurrou, mas ele a beijou a força. Quando ele a soltou ela desmaiou...


Quando acordou já era muito tarde e foi para sua casa. Quando chegou em casa já era de manhã; a mãe muito preocupada entregou um buquê de rosas vermelhas com um bilhete: “Obrigado pelos lindos dentes.”


Ela ficou pensando, mas quando foi escovar os dentes que susto ela levou: estava totalmente desdentada... Roberto, o rapaz que ela havia conhecido na festa, sofreu um acidente de carro e machucou a boca e com isso perdeu todos os dentes.


Ele ficou conhecido como o “homem sem dente”... de tão magoado acabou morrendo. Sua alma fica assombrando pela terra...ele vai às festas, conhece lindas moças, mas só no beijo ele rouba todos os dentes...




Fim


Adaptação feita pelas alunas:


Letícia Brandão


Leyde Layara

Natália Prist – Turma 301
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O Buraco



Esta história aconteceu há muito tempo atrás, quando existia em Salinópolis um bordel muito freqüentado por rapazes e moças solteiras; chamava-se Buraco.

Certa noite, Roberto Ferreira saiu de casa muito irritado com sua mulher e foi quando resolveu entrar no bordel. A mulher de Roberto soube e foi até o local onde trancou todos os que estavam lá e atirou fogo em tudo, matando a todos.

Matilde lançou uma maldição, dizendo que ali naquele lugar todos iam vagar pelas ruas, sendo que as mulheres iam seduzir os homens e em seguida matá-los.

Matilde não agüentou o remorso por ter matado tantas pessoas e dali a algum tempo s enforcou.

Atualmente nessa rua há um grande mistério: dizem que depois da meia-noite, nas noites de sexta-feira treze Podem-se ouvir muitos gritos e o fedor de carne queimada. E quando passa da meia-noite aparece um grande buraco na rua, onde todos que ali caírem morrem sufocados por uma fumaça que ninguém sabe explicar.



CUIDADO, O PRÓXIMO PODE SER VOCÊ!

Adaptação feita pelos alunos:

Naelson Ferreira Sarmento

Rafaele Melo da Silva – Turma : 302
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A lenda do homem que se transformava em porco





Seu Raimundo era um homem trabalhador do campo, ele morava num interiorzinho pacato, junto com mais dois vizinhos; o Sr. Deusdete e o Sr. Flavinho.


Os três moravam sozinhos, não tinham mulher nem filhos. Certa noite o seu Raimundo saiu para pescar e só regressou para sua casa de manhãzinha.


Quando seu Raimundo abriu o portão que dava acesso para o quintal de sua casa, ele se deparou com o quintal todo revirado como um porco faz; estava todo fuçado.


Então ele pensou consigo mesmo: ”mas os meus vizinhos não têm porcos, e eles não teriam coragem de fazer essa bagunça no meu quintal; está bom”, disse ele, “vou ajeitar com a enxada. E a assim o fez; ajeitou todo o quintal.


Certa vez o seu Deusdete saiu para o roçado e quando voltou de tardinha encontrou o quintal de sua casa todo fuçado. Aí ele se perguntou: “mas os meus vizinhos não tem porcos, quem fez isso?”


Depois de alguns dias os três senhores se sentaram para conversar e o seu Raimundo falou:


- Meus amigos dias atrás encontraram meu quintal todo fuçado.


O seu Deusdete falou a mesma coisa, que o quintal dele também estava todo fuçado.


O seu Flavinho todo desconfiado disse:


-Que coisa estranha, nós não temos porcos...


Chegou a noite e os três senhores foram dormir.Quando deu meia-noite, o seu Raimundo acordou com um barulho estranho, se levantou, pegou o seu terçado e foi olhar o que estava acontecendo no seu quintal. Quando ele avistou um bicho grande e preto, seu Raimundo ficou todo arrepiado e foi chamar o seu vizinho do lado que era o seu Deusdete.


Meu vizinho, disse ele todo espantado, eu vi um porco no meu quintal, mas só que o bicho é muito grande e só eu não dou conta de agarrá-lo.


-Vamos já lá agarrar o bicho, disse o seu Deusdete, mas só nós dois ainda não é o suficiente...


-Vamos convidar o Flavinho, disse o seu Raimundo.


E foram chamar o seu Flavinho. Os dois bateram na porta, chamaram, mas seu Flavinho não estava, e os dois foram sozinhos agarrar o tal porco grande e preto. Quando chegaram lá o bicho ainda estava fuçando...


O seu Raimundo disse:


- É bom a gente pegar esse bicho com a tarrafa...


Seu Deusdete concordou com o amigo e assim o fizeram.


O seu Raimundo pegou a tarrafa, “deu um laço” e o seu Deusdete deu outro, foram devagar para não espantar o bicho e jogaram em cima do porco. O porco ficou laçado e os dois disseram:


- Pegamos, agora vamos matá-lo...


Quando já iam “deslaçar” o porco, olha a surpresa deles. O porco foi se transformando em gente, até que finalmente se transformou em homem, e o homem era o vizinho deles, o seu Flavinho...


Fim





Adaptação feita pelos alunos: Leônidas Costa Nascimento e Elson dos Santos Brito – Turma 302 –Ensino Médio

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A lenda do fogo



A lenda do fogo
Todos os anos, no dia dois de novembro, dia de finados, moradores da Vila da Gualdina dizem que nesta data aparece uma bola de fogo embaixo de uma mangueira que desaparece na direção do porto. Antigos moradores da Vila contam que nessa data naufragou uma grande embarcação a poucos metros do porto.


Dizem que nesta embarcação teria um baú cheio de moedas de ouro e que um tripulante dessa embarcação que sobreviveu ao naufrágio levou o tal baú cheio de moedas e enterrou naquele local que nessa época ainda não era habitado.


O lugar era encantado e toda vez que ele tentava sair de lá acabava voltando para o mesmo lugar, e como ele não conseguiu sair do local morreu lá mesmo onde enterrou o baú.


A bola de fogo que aparece é uma sinal de onde está enterrado o baú... assim contam os antigos moradores da vila.






Fim


Adaptação feita pelo aluno:


Marcos José Corrêa – Turma 302 – Ensino Médio
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A Aluna estranha




Esta lenda foi contada, em 1993 pela profª Lisa Cristina em Blumenal - Santa Catarina.


Nos anos 80, Lisa era uma mestra numa universidade. No começo de um ano letivo esta profª entrou na sala de aula e avistou uma aluna estranha, chamada Andréia: cara pólida, olhos esbugalhados e roupas totalmente pretas. A menina não falava quando alguém perguntava algo para ela e todos os dias junto com sua pasta escolar, ela carregava um álbum que não mostrava para ninguém. Esta garota tinha o estranho hábito de carregar uma espécie de "walkman" feito de caixa de fósforo e durante as aulas ela colocava fones de ouvidos feitos de palitos que eram ligados a esta caixinha. Até o mês de maio, Andréia compareceu as aulas, porém no mês de junho ela desapareceu. Numa tarde fria, daquele mês, Lisa entrou numa sala de aula vazia e avistou um velho álbum de fotografias que pela aparência parecia ser o objeto de Andréia. Então a profª abriu o álbum e viu fotos de dois bebês gêmeos e ao virar a página a mestra viu que tratava-se de duas meninas gêmeas. Assim folheando todo o álbum ela notou que as fotos, eram de Andréia e sua irmã. Porém, nas últimas folhas a profª viu fotos do enterro de uma das gêmeas e depois observou foto do túmulo da irmã morta. Intrigada Lisa foi a secretaria, descobriu o seu endereço e foi até a casa da garota.

- Bom dia!

- Sou a empregada da família.

- Em que posso ajudá-la?

Lisa explicou:

- Eu sou a profª de Andréia e vim devolver este objeto que ela esqueceu.

A moça disse:

- Você não soube?

- Andréia faleceu no dia 30 de maio, na frente do túmulo da irmã.

- Ninguém sabe o que realmente aconteceu. Pois não houve vestígios de assassinato e nem de suicídio.

- As duas sempre foram diferentes: Andréia era meiga, doce, obediente e vestia roupas coloridas. Já a sua irmã, Mara era rebelde, desobediente e só vestia roupas pretas.

- Só sei que depois que Mara caiu da janela, do antigo colégio onde estudavam, Andréia ficou muito estranha. Ela passou a vestir roupas pretas e ter comportamento não adequados depois da morte da irmã. Além disso a garota fez um rádio com uma caixa de fósforo onde dizia receber mensagens do espírito de Mara.

- A pscóloga disse que ela incorporou a personalidade de Mara, que era forte e rebelde e o gênio da irmã morta acabou anulando a alma viva.

- No lugar de one eu vim há uma lenda que diz que irmãos gêmeos não se separam nem com a morte. Pois o espírito sempre dá um jeito de se comunicar com o outro.

- Dizem que até hoje, no colégio de freiras onde as duas estudavam, que o fantasma de Mara aparece para assustar os alunos.



Fim

Adaptação feita pelas alunas:

Rayssa Nayara Maia Figueiredo

Ivaneza Ferreira dos Santos

Cássia Fernada da Silva Lima

Turma:301
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Quem conta um conto...


A dama da noite
No município de Salinópolis, no Bairro Bom Jesus, vivia uma mulher muito bonita, chamada Dalva que durante sua existência devido a sua beleza conquistava muitos rapazes. Sua vida era bastante agitada; era uma mulher que curtia a vida, vivia na farra.
Nessas curtições, ela acabou por engravidar, ela se deseperou, pois não queria ter filhos, pois isso só atrapalharia suas badalações.Por fim, Dalva abortou a criança,mas mesmo assim continuou a fazer suas práticas ilícitas.Com o passar do tempo engravidou outra vez e praticou o mesmo ato anterior. Nada a comovia nem a fazia sentir remorsos.
Dalva não se importava com as consequências, permanecia vulnerável, e sempre que engravidasse, abortaria. No total ela abortou quatro crianças. Em seu último aborto, Dalva sofreu uma forte hemorragia; fraca e debilitada, sem amigos, pois todas as pessoas a repudiavam, ela acabou falecendo, no dia doze de setembro em uma quinta- feira.
E como diz o ditado: "tudo que se planta, colhe..."Dalva não obteve paz e descanso após sua morte.Dalva , todos os anos, deve pagar por seus atos. Dalva percorre a rua do Bom Jesus com seus quatro filhos mortos, sendo que um puxa a barra de sua saia, outro está no seu colo, um na barriga e outro em sua boca.
Certas pessoas que já a viram, contam que à meia-noite ela surge bela e elegante a pedir água nas casas.E quando a pessoa vai buscar água, ao trazê-la, encontra Dalva toda deformada. Sua boca enorme com um feto e os demais em seus devidos lugares. As crianças gritam e choram, perturbando a mulher, que por sua vez chora, lamentando-se.
As pessoas dizem que ela também surge assoviando, cercada de cães ferozes que uivam e latem sem parar.A maldição de Dalva só poderá ser quebrada quando ela aparecer para alguém, e esse alguém não se assustar, nem sentir medo.

Fim
Adapatação feita pelas alunas;
Ronize do Vale Farias
Maria Alene Souza da Costa
Leidiane de Souza Gomes
Turma:302
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